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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Bolachas de Gengibre, Especiarias e Melado da Patricia Schmidt




Olá, minha gente! A minha demora em retornar ao blog deveu-se a vários fatores, até mesmo a um certo desânimo, ocasionado pelo momento político que vivemos. Eu não tinha intenção de publicar agora mais uma receita de bolacha, mas recebi solicitação enfática de uma pessoa ligada ao meu grupo de biscoitos do Facebook, então resolvi atendê-la, já que tinha esta receita no rascunho de posts do blog. Esta mistura tem aquele estilo europeu (alemão, especialmente), que resulta em massa mole, que deve ser (bem) resfriada antes de ser aberta. As bolachas prontas ficam macias e saborosas, por conta do gengibre e das várias especiarias que entram nelas. A Patrícia cobriu e decorou as bolachas que fez com glacê real. Mas eu dispensei o glacê, desta vez, rsrs. 
 
 Fiz algumas com aspecto natalino, pois foi este o pedido que recebi no Facebook


Bolachas de Gengibre, Especiarias e Melado da Patricia Schmidt

Ingredientes

4 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de manteiga sem sal
1 xícara (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de gengibre em pó (usei gengibre fresco, ralado)
1 colher de chá de canela em pó (acrescentei duas colheres de chá de canela em pó)
1 colher de chá de cravo em pó.
1/2 xícara de melado ou Karo (usei mel)
1/2 xícara de agua

1 1/2 colher chá de bicarbonato de sódio (substituí por fermento em pó)
1/4 colher de chá de sal
 
cortadores para biscoitos

Preparo

Coloque a manteiga numa tigela grande. Numa panela, ponha o açúcar, o gengibre, a canela, o cravo, o melado e a água. Leve tudo ao fogo, mexendo sempre até ferver. Tire do fogo e despeje a mistura fervente sobre a manteiga, mexendo ate derrete-la. Resfrie tudo em banho Maria de água gelada (deixei que esfriasse naturalmente). Adicione os ingredientes restantes e misture bem. Cubra e leve a geladeira por no mínimo 6 horas (deixei que a mistura ficasse uma noite inteira na geladeira). Ligue o forno na temperatura de 180º C.  Unte e enfarinhe uma assadeira para bolachas (ou forre-a com papel manteiga ou outro apropriado para assar biscoitos).  Abra a massa numa superfície enfarinhada (mas não muito). Deixe a com 0.3 cm de espessura. Corte a massa com os cortadores.  Distribua as bolachas na assadeira preparada. Asse-as por 12 a 15 minutos (ou ate ficarem douradas). Deixe que esfriem e, se desejar, decore-as com glacê real.

Nota 1: esta massa fica meio mole, como mencionei acima (é melhor ir gelando-a, enquanto vai cortando porções dela). As bolachas ficam macias, depois de assadas, e saem do forno ainda meio moles, mas firmam
depois de frias.  

Nota 2: aqui no blog há outras receitas de bolachas e biscoitos com gengibre e especiarias. Pesquise usando palavras como biscoitos especulatius, biscoitos de gengibre, etc.

Nota 3: Recomendo estender a massa entre dois pedaços de plástico e cortar as bolachas sobre um pedaço de plástico, para facilitar o manuseio. 

E aqui no blog tem mais uma infinidade de receitas de bolachas e biscoitos. Fiz uma rápida colagem com alguns deles, conforme vocês podem ver abaixo:



É só, para o momento. Mas tenciono voltar aqui sem demora, um abraço, para você que me lê, rsrs.



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Quiche de queijo minas e alho-poró, na Ciranda de Receitas!



Olá, minha gente! Chegamos novamente ao dia da Ciranda de Receitas, iniciativa da querida amiga Lylia, do blog Simples Assim. Desta vez a minha parceira é a querida Gina, blogueira com quem me sinto muito identificada e cujo trabalho acompanho praticamente desde o dia da estreia dela na web. O Nacozinha Brasil, blog da Gina, aborda a gastronomia por vários ângulos, traz informações sobre flores e registra as viagens/passeios que a Gina faz, tudo de forma esmerada e com fotos lindas, vale a pena visitá-lo, vão lá pra pra confirmar o que estou dizendo! 

A Gina nos trouxe esta bonita e tentadora quiche de queijo minas e alho-poró, receita que eu hei de executar em breve, rsrs. 




Quiche de queijo Minas e alho-poró:

Massa:

2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de manteiga
2 colheres (sopa) de água gelada
1/2 colher (chá) de sal

Recheio:

2 colheres (sopa) de manteiga
3 alhos-porós médios em rodelas
1 xícara (chá) de leite
4 ovos
250 g de queijo minas frescal
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal a gosto (depende do teor de sal do queijo)

Preparo:

Massa:

Preaqueça o forno a 180º. Numa tigela, coloque todos os ingredientes e amassse até soltar das mãos. Forre o fundo e as laterais de uma assadeira de aro removível (usei de 28 cm). Fure a massa com um garfo e leve ao forno por 20 minutos.

Recheio:

Numa panela, aqueça a manteiga e refogue os alhos-porós por dois minutos. Mexa com cuidado, preservando algumas rodelas inteiras para decorar.
Bata no liquidificador o leite, os ovos, o queijo, a farinha e o sal.
Sobre a massa preassada, coloque os alhos-porós (exceto as rodelas inteiras), verta o líquido e decore com o alho restante.
Leve ao forno a 180º por mais 25 minutos ou até ficar corado.
Nota: Aproveite, também, uma parte verde do alho para dar um contraste.


************ 


Visite os blogs abaixo, que estão participando desta Ciranda também!





  É isso, até breve!




quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Pão semi Integral da Angela (na Ciranda de Receitas)



 Olá, minha gente! Recebi e aceitei o convite da querida amiga Lylia, para integrar a sua Ciranda de Receitas, blogagem periódica, que objetiva reunir os blogs participantes num movimento de convívio e troca, que tem sido muito interessante! Para a minha grande alegria, descobri que estrearia na Ciranda tendo como parceira a querida Angela (do blog Ora, Pitangas!), blogueira que tenho acompanhado, ao longo dos anos, num crescendo de carinho e respeito, por ser ela uma pessoa afável e ética, além de ótima cozinheira e padeira! Uma rápida olhada no blog da Angela nos revela o zelo que ela põe na execução das receitas que publica, pois é bem o tipo da cozinheira que busca expressar amor e cuidado, através das comidas que prepara. Visite a página da Angela e comprove, por si mesmo, o que estou afirmando!  
  
A Angela enviou-me a receita deste pão, que tenciono fazer em breve, pois eu estava mesmo à procura de uma receita de pão que combinasse ingredientes nutritivos e saudáveis, com um resultado bonito e apetitoso, como é o caso. Segue abaixo o texto da Angela.
 
Pão semi integral
 
Ingredientes

1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farelo de trigo
3 colheres de sopa de açúcar mascavo
1 colher de sopa de sal
2 colheres de sobremesa de fermento seco biológico ou quatro cubos de 15 gramas do fresco
50 ml de azeite
650 ml de água mineral
aproximadamente 800 gramas de farinha de trigo branca

Preparo
  1. misture metade da farinha branca com a outras farinhas, 
  2. junte o açúcar mascavo e o fermento, misture tudo muito bem,
  3. num copo graduado coloque 350 ml de água e despeje sobre a mistura
  4. em seguida meça 50 ml de azeite e complete até marcar 350 com água, mexa com um garfo e junto a massa,
  5. você terá uma massa super hidratada quase uma massa de bolo
  6. neste momento vá agregando a farinha restante até dar ponto de passar a massa para a bancada e começar sovar,
  7. sove ligeiramente, até ficar uma massa lisa, bolei 
  8. deixe fermentando  num bowl grande coberto  com filme  plástico por umas 4 ou 5 horas, ou mais caso desejar
  9. a cada hora de fermentação enfarinhe a mão com a ajuda de uma peneira e faça dobras na massa como um envelope 
  10. depois deste tempo, abaixe a massa para tirar o gás e molde como desejar
  11. deixe crescer novamente por mais 30 minutos
  12. polvilhe farinha na superfície do pão e faça talhos
  13. leve ao forno pré aquecido por no mínimo 10 minutos

*como eu queria um pão grande de quase dois quilos fiz apenas um pão, mas nada impede que você faça pães menores.
* a tábua onde o pão foi servido tem 60 cm por 40 cm e faca que está ao lado tem 8 polegadas de lamina ou seja ficou um pão bem grande.


As dicas da Angela:


  • a farinha integral é uma farinha que estraga mais rapidamente que a branca, apesar de morar num lugar frio, já perdi farinha integral que ficou com gosto de rançoso, hoje guardo na geladeira
  • compro pacote de 1 k abro, retiro o que preciso fecho com a embalagem de papel com fita crepe, tampo o pote plástico e guardo na geladeira
  • antes de usar retiro a quantidade desejada e deixo voltar a temperatura ambiente antes de empregar
  • uso o mesmo procedimento para farelo e gérmen de trigo e farinha de centeio 
  • quando a receita pede para mexer na massa durante a fermentação, ao invés de amassar , retardando assim o processo de levedo, dobre como um envelope, estique a massa no próprio bowl traga uma parte sobre a outra faça isto da seguinte forma, se posicione em frente ao bowl estique a massa e traga para si, gire  a massa e faça a mesma coisa além de não atrasar a fermentação, a sua massa adquire um certa tensão o que ira facilitar na moldagem. 

Confira as outras delícias preparadas pelas demais participantes desta Ciranda!


 É isso, até breve!



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Panqueca Americana Perfeita




Olá, minha gente! Desde que postei uma receita de panqueca americana aqui no blog, em 2009, de vez em quando eu testo uma receita nova. Acho que agora cheguei à fórmula que mais me agrada, pois prefiro as panquecas mais fofas, às mais densas. Esta receita é uma adaptação de outra, que consta naquele livro que mencionei dois posts abaixo, quando falei dos waffles que levam fermento de pão. Não quero nomear o autor porque dei uma lida agora na página dele, e vi lá uns comentários pouco amigos, endereçados àqueles que ousaram modificar a receita 'perfeita'. Ocorre que eu a modifiquei em dois pontos, porque, perfeita para mim é esta receita abaixo, rsrs.
 
Panqueca Americana Perfeitas


Ingredientes

2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
½  colher de chá de sal
3 colheres de sopa de açúcar
2 ovos
2 xícaras (chá) de leite
2 colheres de sopa de manteiga derretida e fria (mais manteiga ou óleo de canola ou milho para untar a frigideira)
½ colher de chá (ou a gosto) de essência de baunilha

Preparo

1. Aqueça uma frigideira pequena, em fogo baixo, enquanto você faz a massa.
2. Numa tigela. misture os ingredientes secos (farinha de trigo + fermento + sal) e deixe-os de lado. Em outra tigela, bata os ovos juntamente com o leite. Em seguida, misture as 2 colheres de sopa de manteiga derretida e fria. Adicione a essência. Acrescente esta mistura aos ingredientes secos, misturando tudo ligeiramente.
3. Unte a frigideira com um pouco de manteiga ou óleo (faça isso toda vez que você for adicionar a massa; use bem pouca manteiga ou óleo se a sua frigideira for antiaderente). Estando a frigideira bem quente, vire meia xícara de chá (caprichada) da massa na frigideira. Controle o fogo, para permitir que as panquecas “assem” sem queimar (as primeiras irão assar mais devagar, já que a frigideira irá esquentando, mais e mais, ao longo do tempo).  As panquecas assam (de cada lado) num tempo que vai de 2 a 4 minutos, dependendo da temperatura da frigideira. Quando as bordas estiverem firmes, vire a panqueca e asse-a do outro lado.  Sirva-as com mel, xarope de bordo, frutas ou o que desejar.




É só, para o momento. Até já!



segunda-feira, 18 de julho de 2016

Maminha na Panela de Pressão (à minha moda). E o Tikun.




Olá, minha gente! Como eu já disse outras vezes, neste blog, se dependesse exclusivamente de mim, e por várias razões, a minha família toda já seria vegetariana. Mas o fato é que a turma daqui sequer cogita nessa possibilidade, então eu tenho que cozinhar carne para eles todos os dias. Preferi preparar esta maminha na panela de pressão, para que ela resultasse especialmente suculenta e macia.

 Maminha na Pressão (à minha moda)

Ingredientes
 
1 peça de maminha (+ ou - 1,5 kg)
1 colher de sobremesa de sal, ou a gosto
2 dentes de alho
1/2 colher (chá) de folhas de tomilho fresco
1 pedaço pequeno de pimenta de cheiro (opcional)
1 folha grande de manjericão
1 folha de louro
2 colheres (sopa) de óleo vegetal (canola, milho, soja, etc.)
1/2 colher (chá) de açúcar
2 colheres (chá) de colorau (para quem não sabe, é urucum em pó; serve para colorir o molho e pode ser substituído por um pouco de molho de tomate ou tomate pelado, bem picado)
1 sachê de caldo de carne (caldo em pó; eu uso Sazón)
300 ml de água
1 e 1/2 colheres (sopa) de molho inglês (do tipo Worcestershire)
4 cebolas pequenas
1 colher (sobremesa) de farinha de trigo (se necessário)

Preparo


 Na véspera (de preferência), soque o alho com o sal, o tomilho, a pimenta e o manjericão, num pilão (almofariz). Faça furos bem pequenos no lado de baixo da carne e esfregue bem a mistura de temperos na peça inteira (os furos são para que os temperos penetrem na carne). Ponha a maminha num saco plástico e leve-a ao refrigerador, para que descanse até o dia seguinte. No momento de preparar a carne, aqueça o óleo, numa panela de pressão grande. Junte o açúcar e quando este começar a dourar, ponha a carne na panela e frite-a de todos os lados, até que fique bem corada. Acrescente a água, o caldo de carne, o molho inglês, o louro e o colorau. Tampe a panela e deixe que a carne cozinhe por 35-40 minutos, abaixando o fogo depois de uns 10 minutos de cozimento.Terminado o tempo, tire o ar da panela, prove o molho e corrija o sal, se for preciso. Espete a carne, se ela estiver macia, como deverá estar, junte as cebolas descascadas e cortadas ao meio. E deixe que estas cozinhem ligeiramente (mais ou menos 2 minutos). Se molho não estiver devidamente encorpado, dilua a farinha de trigo, num pouco de água e acrescente-a ao molho, mexendo para que não empelote. Sirva a carne com as cebolas.

Nota: se preferir, cozinhe a carne já cortada em bifes, como os da foto. Neste caso eles estarão cozidos em 20, minutos, mais ou menos. Se a carne "fizer" água demais, deixe que ela cozinhe um pouco para que a água diminua, ou descarte uma parte dela.



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O Tikun

Tikun Olam  é uma expressão hebraica que significa 'reparar o mundo'. A Cabala, que é uma derivação esotérica do judaísmo, toma este termo como sinônimo de karma. Porém, este conceito não significa apenas karma, mas engloba também aquelas dificuldades que nós temos, e que são a causa de muitos dos nossos problemas. Nossos impulsos para ações más, nossa tendência a reagir aos acontecimentos de forma impensada e potencialmente destrutiva, o incômodo e a irritação que algumas pessoas provocam em nós, nossos medos de enfrentar certas coisas, enfim, todos os transtornos que se repetem periodicamente em nossas vidas, e que exatamente por serem repetitivos já sinalizam que o problema a ser corrigido se encontra em nós, têm a ver com o Tikun. O Tikun é ao mesmo tempo a dificuldade/dívida e a obrigação de corrigi-la ou pagá-la. Corrigindo o nosso Tikun melhoramos o mundo, pelo menos no que diz respeito à nossa presença nele.

Tenho vários livros sobre Cabala. Mas formulei o conceito acima através da leitura deste.



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